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09/01 – Pb. Priscila Barreto – “Destino das águas”

Na última quarta-feira (09), quem compartilhou a palavra foi a Pb. Priscila Barreto com o tema “Destino das águas.”

Resumo da palavra

Quando a mulher samaritana encontra Jesus, ela procura uma água para o corpo físico, mas Ele a oferece uma água para o espírito.
Vivemos dias quentes espiritualmente e precisamos ser saciados com a água da Vida.

No norte de Israel, encontra-se o monte Hérmon que é coberto de neve. Em certo tempo, o gelo derrete e forma um rio, o rio Jordão. Rio que foi cenário de muitos milagres como a sua abertura com Josué e a cura do leproso Naamã.
Este rio representa o Espírito Santo e alimenta dois mares: o mar Morto (ao sul) e o mar da Galiléia (norte). O mar da Galiléia leva a uma região favorável para a produção, enquanto o mar Morto é abundante em sal e não gera vida. Vemos 2 mares que recebem água do mesmo lugar, mas apresentam diferentes resultados. Qual somos nós?

Observemos alguns pontos com esses mares:
O primeiro é que é melhor dar do que receber. O morto não dá nada, só quer receber. Aquele que não tem maturidade não sabe compartilhar. Ninguém é tão pobre que não possa dar.

O segundo ponto é servir de alimento. Para isso, é preciso estar conectado com a fonte, se não vira assistenciaismo.

O terceiro é movimento. Só é possível servir com ação, se movendo, fluindo, produzindo. O morto é parado, monótono, nada acontece.
Não é o copo de água de um líder que sacia uma sede, a fé exige ação.
O quarto ponto é o sal. O sal não tem atrativo nenhum nele mesmo, ele só serve com outros. Um prato bem apresentado é um prato bem temperado.
O inimigo insiste em tornar o cristão insípido. Por ter muito sal, muita teologia, conhecimento, orgulho, vaidade, o cristão se torna uma pedra. Transborda de sal, mas não salga. Transborda de conhecimento, mas não aplica.
A religiosidade é o excesso de sal dos últimos tempos.
Não podemos ser uma pedra de sal de tropeço para aqueles que querem se firmar.
A boa notícia para aqueles que estão como mortos é que há águas fluindo do Santuário que podem trazer vida, fazer florescer, alimentar e fazer com que as folhas tragam curas.