No dia 10 de outubro, o Pr. César Fantinato – BDN Cubatão – trouxe uma palavra com o tema: “Fluindo como rio e jorrando como fonte”.

Passagens:

João 7.37-39; 2.14;
Mateus 24.37-39;
Hebreus 12.1.

Resumo da palavra

A forma como Jesus viveu o Seu último ano fez toda a diferença para os dias que viriam. Se o modo como concluimos um ciclo faz toda a diferença, o que temos feito hoje para mudar o amanhã?

Jesus disse que todo aquele que cresse nEle fluiria rios de Águas Vivas do seu interior. Ele preparava a Igreja para o recebimento do Espírito Santo, que era essa água.
Quando Deus veio com juízo nos tempos de Noé, Ele veio em 3 etapas:
1- Chuva;
2- Rios se encheram;
3- Fontes jorraram.
E houve o dilúvio.
O Espírito é a Fonte da Vida que veio do Céu como chuva e começou a tocar as pessoas, Ele só veio porque Jesus cumpriu Sua missão. Com a força de um rio e através do Espírito, a Igreja se uniu e passou a fluir trazendo avivamento em cada canto do mundo. Aí entra a terceira etapa que são as fontes jorrar, ou seja, uma pressão interior que não consegue ser contida, mas que transborda e isso fala de nós.
A primeira etapa coube a Cristo: a chuva, o envio do Espírito. A segunda coube ao Espírito: unir a Igreja para que fluisse como um rio. Mas a terceira etapa cabe a cada um de nós: fluir/jorrar como fonte do interior.

É verdade que esses rios sempre habitaram dentro de nós, só que antes como águas amargas, de ódio, vingança e maldade. Hoje, com o novo nascimento, esse jorrar é o nosso testemunho, algo vivo e poderoso.

A noiva não tem mais declarado a volta de Jesus nos dias atuais. As preocupações estão focadas no EU. Mas o Evangelho afirma que o Reino é prioridade.
Não vamos participar do movimento #voltaJesus se não fluirmos. Esse movimento é muito mais profundo do que frequentar uma igreja. Não tem a ver com sinais e prodígios, mas com uma pessoa que caminha sobrenaturalmente crendo ainda que não hajam sinais e prodígios.

Dar testemunho é diferente de SER testemunha. O que temos jorrado do nosso interior?

Somos avaliados não pelo que fazemos, mas pelo propósito que há em nós.